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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Teste do Pézinho do Rafael ****




Teste do Pezinho: para todos os bebês!

O exame laboratorial, chamado também de triagem neonatal, 
detecta precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas, 
que poderão causar alterações no desenvolvimento neuropsicomotor do bebê. 
Esse exame é popularmente conhecido como teste do pezinho, 
pois a coleta do sangue é feita a partir de um furinho no calcanhar do bebê.

As mamães geralmente ficam com o coração na mão 
quando tem que levar seus bebês para o exame, pois estes normalmente choram. 
Mas por que a picadinha no calcanhar? 
O que as mães devem saber é que o calcanhar é uma região rica em vasos sanguíneos e a coleta do sangue é feita rapidamente com um único furinho. 
O furo é quase indolor, mas a dor ainda é uma sensação nova para o bebê e por isso choram.

Esse exame é realizado em grande parte nas maternidades 
quando o bebê completa 48 horas de vida. 
Antes disso, o teste pode sofrer influência do metabolismo da mãe. 
O exame também é feito em laboratórios.

O ideal é que o teste seja feito até o sétimo dia de vida. 
Basta apenas uma picada no calcanhar do bebê 
para retirar algumas gotinhas de sangue que serão colhidas num papel filtro 
e levadas para serem analisadas.

Prevenindo doenças graves - 

Para quem não sabe, 
o teste do pezinho é obrigatório por lei em todo o Brasil 
e a simples atitude de se realizar o exame faz com que doenças causadoras de seqüelas irreparáveis no desenvolvimento mental e físico da criança sejam detectadas 
e tratadas mesmo antes do aparecimento dos sintomas.

O diagnóstico precoce oferece condições de um tratamento iniciado nas primeiras semanas de vida do bebê, evitando a deficiência mental. A deficiência, uma vez presente no corpo, já não pode ser curada.

Existem diferentes tipos de exames do pezinho. 
O Sistema Único de Saúde (SUS) instituiu o Programa Nacional de Triagem Neonatal, 
onde cobre a identificação de até quatro doenças 
(fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme e fibrose cística). 
Mas nem todos os Estados brasileiros realizam os quatro testes.

O Programa Nacional de Triagem Neonatal prevê três fases do teste do pezinho, 
em que os Estados devem se adequar. 
A primeira fase detecta as doenças fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito. 
A segunda inclui a anemia falciforme, e a terceira fase a fibrose cística.

Versão nova do teste - 
Hoje já existe uma versão ampliada do teste do pezinho 
onde é possível identificar mais de 30 doenças antes que seus sintomas se manifestem. 
Mas é ainda um recurso sofisticado e bastante caro, não disponível na rede pública de saúde.

Mesmo assim, a versão ampliada do teste do pezinho é subdividida. 
Geralmente, quanto maior o número de doenças detectadas, mais caro é o exame. 
Existem ainda exames complementares que também podem ser realizados 
com o sangue do papel filtro do teste do pezinho.

O exame do pezinho é essencial para o desenvolvimento da saúde do seu bebê. 
Não esqueça que o exame convencional é obrigatório e gratuito. 
Exija sempre seus direitos e faça com que sejam cumpridos.

Dicas
Não esqueça de buscar o resultado. 
Qualquer alteração no resultado, leve para o pediatra examinar.

Não se preocupe se tiver que repetir o exame. 
O teste do pezinho exige repetição para esclarecer o primeiro resultado, quando suspeito de normalidade ou quando o teste é realizado antes de 48 horas de vida.

Um resultado normal, mesmo no teste ampliado, não afasta a possibilidade de outras doenças neurológicas genéticas ou adquiridas. O teste não diagnostica, por exemplo, a síndrome de Down.

ATENÇÃO!
Apesar do nome "Teste do Pezinho" 
é possível que em alguns locais o sangue seja coletado do braço do bebê. 
Acredita-se que no braço a "picada" seja menos dolorosa.

(Bruno Rodrigues)


*
 E aos  04 dias de vida levamos o Rafael para o teste do pézinho.
e tomar a vacina BCG
Nossa como coração de mãe sofre =/
Com o Gabriel eu não tinha coragem de ver (rs), 
quem levava até a sala de exame e segurava o Gabriel era o Marxy.
Tamanha a dor no coração que a mãe fica 
( e dizem que se a mãe fica com dó aí é que o sangue não sai mesmo __ será???).
Pois tentando ser menos coração mole, criei coragem e entrei para ver o teste.
Aii que dózinha do meu pequeno...a enfermeira furou e apertou a pouco saiu
e cá entre nós ... era muito sangue para um exame (aff!!)
4 quadradinhos cheiooooos de sangue... e nada do danadinho do sangue sair
(ótima coagulação !!!)
E a enfermeira sem piedade apertava o pézinho do Rafa ... e ele chorava tadinho que dava pena.
Não saia o suficiente ela furou o outro pézinho ... e continuou apertando.
Acreditem !!! a gente nunca se acostuma a ver os filhos chorarem.
E nada do sangue sair do 2° furinho ... e não é que ela furou de novo.
E ele gritava ... chorava ... até o papai que não é tão mole ficou com peninha do pequeno.

Infelizmente já diz o ditado ...
"Há males que vem pra bem "
 Hora do teste (tadinha nem sabia o que o aguardava (rs)

depois do teste ... e de chorar bastante... mamar e tirar uma sonequinha (rs)

Como coração de mãe sofre ( rsrs)



Exames neonatais ****


Esses testes ajudam os médicos a identificar eventuais doenças sem sintomas, 
capazes de causar danos importantes, se não forem tratadas a tempo


Exame clínico
Imediatamente após o parto, o pediatra neonatologista recepciona e examina o recém-nascido. Além da avaliação física, ele considera os antecedentes familiares, a história da gestação e as circunstâncias do parto e do nascimento. Esse exame tem por objetivo verificar a transição da vida intra para a extrauterina, levando em conta principalmente o coraçãozinho e a respiração do bebê, mas também investigando a presença de problemas de formação, sinais de infecção e doenças metabólicas. Com base nessas informações, o médico pode encaminhar o bebê a uma unidade de cuidados especiais ou liberá-lo para ficar com a mãe. Novos exames clínicos detalhados devem ocorrer entre 12 e 24 horas após o parto, ainda no hospital.

Teste do olhinho
É um exame muito importante, por isso é obrigatório. Simples, rápido e indolor, a pesquisa do reflexo vermelho, conhecida como “teste do olhinho”, pode identificar problemas que levam à cegueira infantil, como catarata, glaucoma de nascença e até tumores intraoculares (retinoblastoma). Com uma caneta oftalmológica, o pediatra lança uma luz contra o olho do bebê e avalia o resultado. Se o médico observar um reflexo vermelho, igual ao das fotografias com flash, é porque está tudo bem com o olhinho do recém-nascido. Ou seja, fica comprovado que o eixo óptico da criança está desobstruído, permitindo a entrada e a saída do feixe de luz através da pupila. Caso haja qualquer alteração, dependendo da situação, é possível tratar o problema de forma precoce e garantir uma visão normal para o bebê. Estima-se que metade dos casos de cegueira poderia ter sido evitada se as crianças tivessem feito esse teste tão simples.

Teste do pezinho
Todo recém-nascido deve realizar obrigatoriamente a triagem neonatal, 
o famoso “teste do pezinho”. 
O médico coleta com um filtro de papel uma amostragem do sangue do bebê, 
em geral do pé (daí o nome), preferencialmente entre o terceiro e o sétimo dia de vida. 
É um exame fundamental porque permite ao pediatra 
fazer o diagnóstico precoce de inúmeras doenças sem sintomas, 
além de servir para identificar o tipo sanguíneo da criança. 
Esse procedimento dá ao neonatologista a chance de interferir no curso do problema e, eventualmente, diminuir ou eliminar suas sequelas. 
No Brasil, o teste do pezinho abrange quatro patologias: 
hipotireoidismo (produção insuficiente de hormônios produzidos pela tireoide), 
fenilcetonúria (digestão inadequada de uma das proteínas do leite), 
hemoglobinopatias 
(doenças ocasionadas por problemas nos glóbulos vermelhos do sangue, 
que causam deficiência no transporte de oxigênio do corpo, 
como é o caso da anemia falciforme) 
e fibrose cística (doença hereditária que causa principalmente problemas respiratórios).
 Mas a pesquisa do “teste do pezinho” pode ser ampliada para até 47 doenças, 
principalmente os chamados erros inatos do metabolismo, 
ou seja, distúrbios bioquímicos geneticamente determinados, 
que interferem na ação das enzimas do corpo e podem levar a doenças, muitas delas raras.

Teste da orelhinha
A triagem auditiva, também conhecida como “teste da orelhinha”, 
ou audiometria neonatal, avalia a audição do recém-nascido 
e ajuda no diagnóstico de eventuais perdas. 
O exame é rápido e indolor. 
Um fonoaudiólogo coloca na parte externa do ouvido do bebê 
um pequeno fone acoplado a um aparelho audiométrico.
Durante três a cinco minutos, 
o equipamento produz estímulos sonoros 
(as chamadas Emissões Otoacústicas Evocadas), 
capta seus ecos e processa as informações. 
Diante de qualquer alteração, a criança tem de ser submetida a exames complementares 
para confirmar ou não o quadro de deficiência auditiva. 
O diagnóstico precoce é vital para o melhor desenvolvimento 
de crianças com perdas auditivas, principalmente em relação à linguagem.
(fonte: http://bebe.abril.com.br)

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Rafael já fez todos eles ...
e graças ao Papai do Céu tudo ótimo com o nosso anjinho.

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Obrigada aos que acompanham esse cantinho sobre meus filhos.
^^
beijos ****